sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Contos dispersos - Alberto Moravia

Contos dispersos
Alberto Moravia

< < < < < < < < < < > > > > > > > > > >

Este livro NÃO está à venda

Está disponível para empréstimo na


R. Espírito Santo, 223 - Praça Seca,
Rio de Janeiro/RJ
21320-090


Contos Dispersos reúne sessenta e nove contos "novos" de Moravia, encontrados dispersos em jornais, revistas e almanaques entre os anos de 1928 a 1951.

Uma intensa pesquisa em várias bibliotecas, empreendida por Simone Casini e Francesca Serra, resultou num resultado imprevisto.

Moravia parecia ter "esquecido" ou deixado no mais profundo esquecimento dos arquivos uma parte prolixa do seu trabalho.

Os contos publicados neste volume nos fazem compreender que, mesmo tendo sido ele o mais feliz intérprete da tradição "realista" italiana, que vai de Boccaccio e Maquiavel a Goldoni e Manzoni, havia também algo mais em sua ficção que parece se situar fora dessa linha e encontra nele uma vigorosa síntese.

A obra Contos Dispersos está dividida em três fases: aqueles que emergem ou explodem a partir da guerra; os contos que esboçam "tipos" ou "caracteres", equilibrando classicismo e surrealismo; e as narrativas "romanas" ou as "da Ciociaria" do pós-guerra, em que transparece visível regozijo.

Estes contos, em sua totalidade, nos mostram que Moravia foi também bom leitor, um autêntico discípulo, como ele próprio afirmava, de Rimbaud e Dostoievski.

Suas páginas, que mergulham nos escaninhos ou "cavernas" da psique e nos advertem de que o mal está sempre à beira das portas da alma, são seguidas de outras que abordam temores, revoltas, fantasias e em que desfilam visões da moderna civilização urbana em meio a uma atmosfera de irrealidade simbólica.

Reserve-o através dos comentários.

domingo, 25 de janeiro de 2026

A lenda do funk carioca - Marcelo Gularte

A lenda do funk carioca
Marcelo Gularte

< < < < < < < < < < > > > > > > > > > >

Este livro NÃO está à venda

Está disponível para empréstimo na


R. Espírito Santo, 223 - Praça Seca,
Rio de Janeiro/RJ
21320-090


O romance A lenda do funk carioca é inspirado na organicidade de mais de quatro décadas desse polêmico movimento de cultura popular.

Essa obra representa a materialização plena da memória latente dos MCs, DJs, produtores e realizadores dos memoráveis bailes.

Além é claro, da preciosa contribuição da massa funkeira, que deu voz a essas histórias dinamicamente contadas nesse primeiro volume.

Marcelo Gularte, de 42 anos, entra novamente para o RankBrasil em 2014.

Retratando a história do gênero musical entre os anos de 1970 a 2014, ele obteve o título de Livro com a maior cronologia sobre o funk.

Recordista quatro vezes neste ano, três apenas com o livro ‘A lenda do funk carioca’, o autor produziu a mais extensa obra sobre o assunto.

A publicação conta com a história de mais de 500 personagens que fazem e fizeram parte da história dos bailes no Rio de Janeiro (RJ).

Só pelo tamanho, o trabalho resultou em outro recorde: Maior romance em número de páginas, com 1.177 laudas.

Para reproduzir o contexto da época, Marcelo conversou com frequentadores e produtores musicais da região.

Com tantas histórias ouvidas, escrever ficou fácil, possibilitando que ele terminasse a obra em apenas nove meses, recebendo outro título brasileiro, de Mais rápido a pesquisar e publicar livro de Literatura.

Segundo o recordista, a publicação é considerada a ‘Bíblia do funk’ pelos admiradores do gênero e muito aguardada pelo público.

Ainda não publiquei porque estou buscando uma editora e patrocínio. O livro é muito grande e custa caro. Precisei resumir alguns trechos porque ficaria maior com tanto conteúdo”, explica.

Além da versão impressa com 1.177 laudas, o escritor tem disponível um formato com 1.400 páginas.

Para Marcelo, conquistar o quarto recorde na área cultural no período de um ano é uma alegria.

Nós que trabalhamos com cultura sabemos como é difícil e sinto uma satisfação imensa. É muito bacana este livro já conquistar três títulos antes mesmo de ser lançado. Fui até acusado de megalomaníaco”, brinca.

Nascido no bairro Madureira, o autor atualmente vive no bairro Catete, na zona sul da cidade maravilhosa.

É cineasta, roteirista e dirigiu os curtas-metragens ‘Bang território em transição’ e ‘Mc Magalhães, uma lenda viva do funk’.

Ele coordena ainda dois Pontos de Cultura em comunidades: um transforma lixo em instrumentos musicais e o outro ensina técnicas de cinema para adolescentes.

Reserve-o através dos comentários.

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

24 contos de F. Scott Fitzgerald - Ruy Castro (Tradução)

24 contos de F. Scott Fitzgerald
Ruy Castro
(Tradução)

< < < < < < < < < < > > > > > > > > > >

Este livro NÃO está à venda

Está disponível para empréstimo na


R. Espírito Santo, 223 - Praça Seca,
Rio de Janeiro/RJ
21320-090


Famoso por romances como O grande Gatsby, Suave é a noite e Este lado do paraíso, F. Scott Fitzgerald merece igualmente constar entre os grandes contistas do século XX.

Ao longo de sua carreira, escreveu cerca de 160 contos, com os quais ganhava a vida, afiava o domínio da narrativa sinuosa e do diálogo cortante, e firmava junto ao público o seu lugar de grande cronista da Era do Jazz.

Ambientados em Nova York ou Paris, na Suíça ou na Riviera, os 24 contos que Ruy Castro reuniu neste volume acompanham a juventude dourada americana dos anos 20, no seu vaivém entre o Velho e o Novo Mundo; adentram a década seguinte, marcada pelo crash de 1929; e terminam na Califórnia, pouco antes da Segunda Guerra, onde o autor, falido e decadente, tentava a sorte em Hollywood.

Homens bonitos e frágeis, moças petulantes de cabelo à la garçonne, milionários chucros cometendo gafes em Paris, bêbados e ingênuos de todo tipo povoam as festas, hotéis, praias e mansões dos contos de Fitzgerald.

Mas ele não escrevia apenas para registrar e celebrar a vida efervescente a seu redor: procurava transformar em arte seus longos anos de migração, excesso e sofrimento ao lado da esposa, Zelda.

A atmosfera luminosa de despreocupação e opulência de tantos dos contos de Fitzgerald serve como pano de fundo para histórias de perda: da beleza, do dinheiro, da dignidade e, pior que tudo, da juventude.

Reserve-o através dos comentários.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

O irmão alemão - Chico Buarque

O irmão alemão
Chico Buarque

< < < < < < < < < < > > > > > > > > > >

Este livro NÃO está à venda

Está disponível para empréstimo na


R. Espírito Santo, 223 - Praça Seca,
Rio de Janeiro/RJ
21320-090

Lançado em 2014, “O irmão alemão” é o quinto romance de Chico Buarque e representa mais uma incursão bem-sucedida do autor no universo da ficção literária.

O livro se destaca pela sua intrincada tessitura narrativa e pela profundidade dos temas abordados, consolidando Chico Buarque como um dos mais importantes prosadores contemporâneos do Brasil.

A obra convida o leitor a uma reflexão sobre a construção da memória e a influência do passado na formação do presente, utilizando a busca por um irmão desconhecido como fio condutor de uma investigação existencial.

É uma leitura essencial para aqueles interessados em literatura brasileira contemporânea e em narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e dos mistérios familiares.

“O irmão alemão” de Chico Buarque é uma envolvente obra literária que mergulha nas profundezas da memória e da busca por identidade.

O enredo acompanha Cicatriz, um jovem pesquisador brasileiro, em sua obstinada investigação sobre a existência de um suposto irmão mais velho, nascido na Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial e fruto de um relacionamento de seu pai, um intelectual brasileiro exilado.

A narrativa se desenrola como um minucioso trabalho de detetive, onde o protagonista se debruça sobre cartas antigas, fotografias empoeiradas e relatos fragmentados, tentando reconstruir uma história familiar obscura e silenciada.

Os conflitos centrais da trama giram em torno da dificuldade de discernir entre a realidade dos fatos e a ficção criada pela memória e pelo desejo.

Cicatriz se vê imerso em um labirinto de informações incompletas, depoimentos contraditórios e lacunas significativas, o que o força a preencher espaços com suas próprias conjecturas e anseios.

Essa busca não é apenas por um indivíduo, mas por uma peça fundamental para compreender a própria história de sua família, a complexa figura de seu pai e, consequentemente, a sua própria identidade.

As personagens são construídas com uma rica complexidade psicológica. Cicatriz é um protagonista introspectivo, quase obsessivo em sua busca, que se dedica integralmente a desvendar o passado.

Seu pai, uma figura enigmática e culta, aparece em fragmentos de memórias e documentos, com um passado de exílio e envolvimento político, que moldou a ausência e o mistério em torno do irmão alemão.

A mãe de Cicatriz também é uma figura importante, representando, em certa medida, a voz do silêncio e da preservação dos segredos familiares.

A obra explora a maneira como os grandes acontecimentos históricos, como a Segunda Guerra Mundial e os exílios políticos, reverberam nas vidas individuais e nas relações familiares, deixando marcas profundas e duradouras.

“O irmão alemão” é, portanto, uma análise profunda sobre a memória, a verdade e a construção da história pessoal em meio a um contexto maior de eventos globais e segredos guardados.

Reserve-o através dos comentários.

sábado, 10 de janeiro de 2026

Quem tem medo do feminismo negro? - Djamila Ribeiro

Quem tem medo do feminismo negro?
Djamila Ribeiro

< < < < < < < < < < > > > > > > > > > >

Este livro NÃO está à venda

Está disponível para empréstimo na


R. Espírito Santo, 223 - Praça Seca,
Rio de Janeiro/RJ
21320-090


'Quem tem medo do feminismo negro?' reúne um longo ensaio autobiográfico inédito e uma seleção de artigos publicados por Djamila Ribeiro no blog da revista Carta Capital, entre 2014 e 2017.

No texto de abertura, a filósofa e militante recupera memórias de seus anos de infância e adolescência para discutir o que chama de “silenciamento”, processo de apagamento da personalidade por que passou e que é um dos muitos resultados perniciosos da discriminação.

Foi apenas no final da adolescência, ao trabalhar na Casa de Cultura da Mulher Negra, que Djamila entrou em contato com autoras que a fizeram ter orgulho de suas raízes e não mais querer se manter invisível.

Desde então, o diálogo com autoras como Chimamanda Ngozi Adichie, Bell Hooks, Sueli Carneiro, Alice Walker, Toni Morrison e Conceição Evaristo é uma constante.

Muitos textos reagem a situações do cotidiano — o aumento da intolerância às religiões de matriz africana; os ataques a celebridades como Maju ou Serena Williams – a partir das quais, Djamila destrincha conceitos como empoderamento feminino ou interseccionalidade.

Ela também aborda temas como os limites da mobilização nas redes sociais, as políticas de cotas raciais e as origens do feminismo negro nos Estados Unidos e no Brasil, além de discutir a obra de autoras de referência para o feminismo, como Simone de Beauvoir.

Reserve-o através dos comentários.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Florestan Fernandes: ideias para combates

Florestan Fernandes: ideias para combates

Adelar João Pizetta
Carla Loop
Geraldo Gasparin
Rosmeri Witcel
Selma de Fatima Santos

< < < < < < < < < < > > > > > > > > > >

Este livro NÃO está à venda

Está disponível para empréstimo na


R. Espírito Santo, 223 - Praça Seca,
Rio de Janeiro/RJ
21320-090


Este livro reúne um conjunto de reflexões em torno da vida e da obra deste que além de ter sido um grande intelectual foi também um socialista revolucionário que se dedicou a pensar a realidade brasileira para poder transformá-la.

Os textos organizados neste livro são o resultado das elaborações teóricas dos educadores e educadoras que contribuíram no curso “Legado teórico e político de Florestan Fernandes”, organizado pela Escola Nacional Florestan Fernandes – ENFF e o MST, mostrando que o seu pensamento esta mais vivo do que nunca nas lutas sociais, nos processos de formação e na vida do povo brasileiro que não se resignou.

O livro propõe um estudo sistematizado a partir de oito temáticas, que são amplas, pois Florestan Fernandes buscou estudar, interpretar e entender, em seu momento histórico, problemas que permanecem muito atuais no Brasil e na América Latina.

São elas:
vida e a obra;
relações entre raça e classe;
sociologia crítica e militante;
capitalismo dependente, classes sociais, mudança social e democracia;
o dilema educacional no Brasil;
revolução burguesa e contrarrevolução;
revolução dentro e contra a ordem;
América Latina.

Produzido nos marcos do centenário de Florestan, este livro traz a atualidade e a potência de sua grandiosa obra e também da sua coerência de classe e seu firme compromisso com os de baixo, e é de fundamental importância para todos aqueles e aquelas que tal como Florestan estão empenhados e empenhadas em construir uma sociedade livre e justa.

Portanto, além de um convite à leitura da obra magistral de Florestan Fernandes, o livro apresenta um conjunto de temáticas que nos permitem acessar o legado de um mestre que educa gerações e que nos insinua que a revolução está na ordem do dia, a começar por superar a contrarrevolução mais odiosa que presenciamos na atualidade.

Reserve-o através dos comentários.

Ponciá Vicêncio - Conceição Evaristo

Ponciá Vicêncio Conceição Evaristo < < < < < < < < < < > > > > > > > > > > Este ...