sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

VENDIDO - Trêfego e Peralta - Ruy Castro

TRÊFEGO E PERALTA
50 textos deliciosamente incorretos
Ruy Castro

Heloisa Seixas (Org.)

VENDIDO

DESCRIÇÃO

Ruy Castro começou a carreira de jornalista em 1967, aos dezenove anos, no extinto Correio da Manhã — e desde então não parou mais de escrever.

Em meio século de trabalho e de colaborações para os principais veículos da imprensa carioca e paulistana, Ruy foi autor de incontáveis reportagens, entrevistas, artigos e perfis, sempre marcados por seu olhar sagaz — que não poupa ninguém — e por uma prosa saborosa, transparecendo sua paixão pelo ofício da escrita.

Selecionados e organizados por Heloisa Seixas, os cinquenta textos que compõem esta antologia convidam o leitor a fazer um passeio pela produção de um dos grandes jornalistas e biógrafos do país e dão uma amostra de uma vida que é — indiscutível e apaixonadamente — dedicada às palavras.

Autor - RUY CASTRO

Ruy Castro nasceu em 1948.

Começou como repórter em 1967 no Correio da manhã, no Rio, e passou por todos os grandes veículos da imprensa carioca e paulistana.

A partir de 1990, concentrou-se nos livros.

É autor de biografias de Carmem Miranda, Garrincha e Nelson Rodrigues, e de livros de reconstituição histórica, sobre a Bossa Nova, Ipanema e Flamengo.

É cidadão benemérito do Rio de Janeiro.

Organizadora - HELOISA SEIXAS

Nasceu em 1952 no Rio de Janeiro, onde vive até hoje.

Formada em jornalismo pela Universidade Federal Fluminense, trabalhou muitos anos na imprensa carioca e escreveu crônicas, contos, romances, obras infanto-juvenis e peças de teatro.

Foi quatro vezes finalista do prêmio Jabuti, com os livros Pente de Vênus, A porta, Pérolas absolutas e Oitavo selo: Quase romance, este último também finalista do Prêmio São Paulo de Literatura e semifinalista do Prêmio Oceanos.

Ficha Técnica

Editora:         Companhia das Letras
Acabamento: Brochura
Altura:          21.00 cm
Largura:        14.00 cm
Peso:             0.426 kg
Lançamento: 17/11/2017
I.S.B.N.:        978 - 85 - 359 - 3007 - 8
Idioma:         Português
Páginas:        348
Capa:            Hélio de Almeida

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

VENDIDO - A questão dos livros - Robert Darnton

A QUESTÃO DOS LIVROS - Passado, presente e futuro
Autor - Robert Darnton
Tradução: Daniel Pellizzari

VENDIDO

DESCRIÇÃO

O historiador norte-americano Robert Darnton decidiu reunir em um único volume seus artigos abordando a questão do livro depois de verificar que, na última década, ele havia sido convidado a um grande número de conferências sobre a suposta "morte do livro", levando-o a suspeitar que os livros, ao contrário, deviam estar muito vivos.

A prova, como aponta Darnton, é que a indústria do livro está lançando em todo o mundo cerca de 1 milhão de novos títulos por ano.

A despeito dessa aparente pujança, no entanto, a questão permanece intrigante.

Estaria a era do livro em papel encadernado chegando perto do fim, em face dos avanços trazidos pelas tecnologias digitais?

Partindo dessa questão, Darnton discute em profundidade alguns temores reais que a nova paisagem suscita.

Por exemplo, será que a iniciativa do Google de digitalizar livros de grandes bibliotecas públicas americanas sinaliza uma tendência monopolística visando apenas ao lucro?

E como ficarão os interesses de editores e autores em um processo que pode facilmente assumir características predatórias, como ocorreu com a indústria fonográfica?

O assunto, como se vê, é atualíssimo.

ROBERT DARNTON

Nasceu em 1939, em Nova York.

É especialista em história da França do século XVIII e pioneiro nos estudos sobre a história do livro.

Atualmente, é professor e diretor da biblioteca da Universidade de Harvard.

Ficha Técnica

Acabamento:     Brochura
Editora:             Companhia das Letras
Título original: THE CASE FOR BOOKS
Tradução:          Daniel Pellizzari
Capa:                 Mariana Newlands
I.S.B.N.:            978 - 85 - 359 - 1676 - 8
Páginas:            232
Altura:               21.00 cm
Largura:            14.00 cm
Peso:                 0.295 kg
Ano:                  2010

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

VENDIDO - Mudança - Mo Yan

Mudança
Autor: Mo Yan

VENDIDO

Descrição

Mudança é um livro de memórias.

Contudo, além de contar a história de sua vida com muito humor e lucidez, Mo Yan se propõe também a descortinar as mudanças ocorridas na China durante a segunda metade do século XX.

Entremeando as histórias de dois colegas de escola, Lu Wenli e He Zhiwu, com a sua própria, Mo Yan cria um retrato muito particular, porém representativo, da vida na China.

He Zhiwu é apaixonado por Lu Wenli desde os dias de escola, quando o relato se inicia.

Nessa parte, Mo Yan se diverte ao descrever cenas de sala de aula que revelam os costumes e regras de uma escola rural chinesa.

À medida que acompanhamos as trajetórias desses dois personagens, vemos Lu Wenli seguir um caminho convencional, embora com viradas inesperadas.

Já a vida de He Zhiwu segue um caminho surpreendente, e ele investe numa tentativa de conquistar Lu Wenli.

Enquanto isso, Mo Yan procura um jeito de escapar da pobreza e construir uma carreira – sem saber exatamente qual será.

Mo Yan é, na verdade, o pseudônimo de Guan Moye, e quer dizer algo como “cale-se”.

O escritor nasceu em 1955 numa família de camponeses da província de Shandong.

Aos doze anos, deixou a escola e começou a trabalhar.

Anos depois, completou sua educação no exército, onde se alistou depois do fim da Revolução Cultural, em 1976.

Características

Acabamento:    Brochura
Idioma:             Português
Editora:             Cosac Naify
País:                 Brasil
I.S.B.N.:           978 - 85.405.0367-0
Edição:              
Páginas:             125
Altura:              21.00 cm
Largura:            14.00 cm
Profundidade:   1.00 cm
Peso:                 0.158 kg
Ano:                 2013

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

VENDIDO - Vale Tudo - Tim Maia - Nelson Motta

Vale Tudo - Tim Maia
Autor - 
Nelson Motta


VENDIDO

Descrição

O sucesso de vendas de Nelson Motta que inspirou o filme "Tim Maia" - Não há nada igual, agora com nova capa

'Mais grave!
Mais agudo!
Mais eco!
Mais retorno!
Mais tudo!'.

O grito de guerra ainda ecoa nas festas, vivo nas canções de Tim Maia.

Transgressor, amoroso e debochado, o cantor que gostava de se definir como “preto, gordo e cafajeste” se consagrou como um dos artistas mais queridos e respeitados da música brasileira, rei do samba-soul.

Sem censura, restrições ou julgamentos, a história de Tim Maia é resgatada em "Vale Tudo" – O som e a fúria de Tim Maia, por um de seus amigos mais próximos, o jornalista, compositor e produtor musical Nelson Motta, que narra com paixão e irreverência a vida eletrizante do cantor.

A biografia é uma viagem pela vida do cantor, a começar pela infância e juventude, no bairro carioca da Tijuca.

É o próprio Tim quem dá o tom bem-humorado da narrativa:

"No dia 28 de setembro de 1942, na rua Afonso Pena 24, minha mãe, Maria Imaculada, concebeu o gordinho mais simpático da Tijuca. E recebi o nome de Sebastião Rodrigues Maia".

Nelson conta que a amizade com Tim começou em 1969, quando produziu para o disco de Elis Regina o dueto que apresentou ao mundo o vozeirão do cantor.

Por isso, é testemunha de histórias incríveis, como as aventuras vividas nos Estados Unidos.

A viagem não terminou bem: Tim voltou ao Brasil deportado, acusado de roubar um carro e de portar substâncias ilegais.

Como produtor musical e amigo, Nelson acompanhou essa jornada até os últimos dias da vida do cantor.

No livro, ele narra um último encontro em Nova York, poucos meses antes da morte de Tim, em 1997.

Características

Acabamento:     Brochura
Idioma:              Português
Editora:              Objetiva
País de Origem: Brasil
I.S.B.N.:             978 - 85 - 390 - 0639 - 7
Edição:               
Páginas:              392
Altura:                23.00 cm
Largura:              16.00 cm
Profundidade:     2.30 cm
Peso:                   0.680 kg
Ano:                   2014

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

VENDIDO - Só as partes engraçadas - Nell Scovell

Só as partes engraçadas
Autor: Nell Scovell

VENDIDO

Descrição

Ela já criou piadas para algumas das personalidades mais importantes do nosso tempo, como Barack Obama, Hillary Clinton, David Letterman, Conan O'Brien e Homer Simpson.

Já escreveu roteiros para seriados de televisão clássicos e contemporâneos, como “Muppets”, “Charmed”, Monk” e “NCIS”.


É ativista dos direitos das mulheres no ambiente de trabalho, e se tornou voz ativa no

movimento #MeToo.

Ela é a criadora de “Sabrina, aprendiz de feiticeira”.


Ela mostrou o rabo da Miss Piggy em rede nacional.


Quem é essa pessoa incrível?”, você deve estar se perguntando.


A resposta: Nell Scovell.


Até então relegada aos bastidores, Nell ganhou destaque na mídia americana ao denunciar a falta de diversidade racial e de gênero nas salas de roteiristas e o tratamento dispensado às minorias no mundo do entretenimento.


Suas críticas deram início a uma discussão cultural.


Dois anos depois, ela estava participando de palestras ao lado de Sheryl Sandberg e, mais tarde, da produção do livro “Faça acontecer”, que gerou debate mundial.


Agora, ela revela tudo neste honesto, hilário e, por vezes, chocante livro.


Parte biografia, parte manual de instruções sobre como ter sucesso em um ambiente de trabalho dominado por homens (com excelentes dicas para roteiristas) e parte história traumática de sobrevivência, a trajetória de Nell Scovell é o retrato perfeito de como as mulheres são tratadas em Hollywood.


Repleto de piadas, mas sem nunca perder a importância de sua mensagem, “Só as partes engraçadas” vai da sala dos roteiristas de “Os Simpsons” (onde você poderá ver Matt Groening dormindo profundamente), para o tapete vermelho do Oscar (onde escutará Mickey Rourke falando palavrões na TV aberta) passando por um encontro aterrorizante com o mestre do terror, Stephen King (onde... bem, talvez seja melhor você ler o livro para descobrir este).


NELL SCOVELL é roteirista de TV, produtora e diretora. Ela ajudou Sheryl Sandberg a escrever “Faça acontecer”, primeiro lugar na lista de mais vendidos do “The New York Times”, e é a criadora de “Sabrina, aprendiz de feiticeira”.

Também trabalhou em “Os Simpsons”, Monk”, “Charmed” e “NCIS”. Além disso, dirigiu dois filmes para TV a cabo e um episódio de “Awkward”, da MTV.

Nell também já contribuiu para as revistas “spy”, “Vanity Fair”. “Vogue” e o jornal “The New York Times”.

Características

Acabamento:                Brochura 
Idioma:                         Português
Editora:                         Harper Collins
País:                              Brasil
I.S.B.N.:                        978 - 859.508.411 - 7
Edição:                         
Páginas:                         332
Altura:                           23 cm
Largura:                        15.50 cm
Peso:                             0.500 kg
Profundidade:               2.00 cm
Ano:                              2018

sexta-feira, 13 de julho de 2018

VENDIDO - Sociedade do cansaço - Byung-Chul Han

SOCIEDADE DO CANSAÇO

Autor: HAN, BYUNG-CHUL


VENDIDO


DESCRIÇÃO

Os efeitos colaterais do discurso motivacional

O mercado de palestras e livros motivacionais está crescendo desde o início do século XXI e não mostra sinais de desaquecimento.

Religiões tradicionais estão perdendo adeptos para novas igrejas que trocam o discurso do pecado pelo encorajamento e autoajuda.

As instituições políticas e empresariais mudaram o sistema de punição, hierarquia e combate ao concorrente pelas positividades do estímulo, eficiência e reconhecimento social pela superação das próprias limitações.

Byung-Chul Han mostra que a sociedade disciplinar e repressora do século XX descrita por Michel Foucault perde espaço para uma nova forma de organização coercitiva: a violência neuronal.

As pessoas se cobram cada vez mais para apresentar resultados- tornando elas mesmas vigilantes e carrascas de suas ações.

Em uma época onde poderíamos trabalhar menos e ganhar mais, a ideologia da positividade opera uma inversão perversa: nos submetemos a trabalhar mais e a receber menos.

Essa onda do 'eu consigo' e do 'yes, we can' tem gerado um aumento significativo de doenças como depressão, transtornos de personalidade, síndromes como hiperatividade e burnout.

Este livro transcende o campo filosófico e pode ajudar educadores, psicólogos e gestores a entender os novos problemas do século XXI.

DETALHES DO PRODUTO

Acabamento:   BROCHURA
Idioma:             PORTUGUÊS
Editora:           VOZES
Origem:           NACIONAL
Assunto:          Filosofia
ISBN:               978 - 85.326.4996 - 6
Edição:             
Páginas:           136
Altura:             18,00 cm
Largura:           10,50 cm
Comprimento: 0,40 cm
Peso:                0,07 kg
Ano:                 2015
369º na lista de mais vendido

sexta-feira, 8 de junho de 2018

VENDIDO - Sociedade da transparência - Byung-Chul Han

SOCIEDADE DA TRANSPARÊNCIA
autor: Byung-Chul Han
tradutor: Enio Paulo Giachini

VENDIDO

Nos dias atuais não há mote que domine mais o discurso público do que o tema da transparência.

Ele é evocado enfaticamente e conjugado sobretudo com o tema da liberdade de informação.


A sociedade da transparência é uma sociedade da desconfiança (Misstrauen) e da suspeita (Verdacht), que se baseia no controle em virtude do desaparecimento da confiança.


A forte e intensa exigência por transparência aponta justamente para o fato de que o fundamento moral da sociedade se tornou frágil, que valores morais como sinceridade ou honestidade estão perdendo cada vez mais significado.


DADOS DO PRODUTO

Acabamento:   Brochura
Idioma:            Português
Editora:           Vozes
Título original: Transparenzgesellschaft
I.S.B.N.:           978 - 853.265.471 - 7
Edição:             
Páginas:            120
Altura:             18 cm
Largura:           11 cm
Ano:                 2017

sexta-feira, 11 de maio de 2018

VENDIDO - O poço e outras histórias - Mario de Andrade

O POÇO E OUTRAS HISTÓRIAS
autor: Mario de Andrade

VENDIDO

ANÁLISE

O livro é uma síntese dos principais traços do estilo do autor: oralidade, linguagem simples e livre, referências pessoais mais ou menos explícitas, temática do trabalho e da solidão.

As narrativas de Contos novos podem ser divididas em dois grandes grupos, de acordo com o foco narrativo.

Assim, temos três contos narrados em terceira pessoa:    “O poço”;
                            “O ladrão” e
                            “Primeiro de maio”.

Nos contos narrados em terceira pessoa, duas imagens sobressaem: de um lado, a solidão; de outro, a solidariedade.

Por outro lado, a solidariedade se manifesta no universo do trabalho na união dos empregados de “O poço”, que enfrentam o fazendeiro – imagem acabada do autoritarismo paternalista e do desprezo elitista pela vida humana.

O poço

Alguns homens, trabalhando debaixo de chuva a serviço do fazendeiro Joaquim Prestes, constroem um poço em um pesqueiro na beira do rio Mogi.

Examinando o trabalho, o fazendeiro deixa cair uma caneta no poço e ordena aos homens que a busquem.

A terra é mole, o frio é intenso e a missão difícil e arriscada.

O fazendeiro, no entanto, exige o cumprimento da ordem.

Albino, mais magro, obedece, para preocupação de seu irmão José, temeroso de um desmoronamento de terra na boca do poço.

Diante dos perigos, José impede o irmão de continuar as buscas e elas são adiadas para um dia de tempo melhor.

O fazendeiro se revolta e vai embora.

Dois dias depois, a caneta é encontrada e entregue, bem limpa. 

Observando-a, o proprietário repara em alguns riscos.

Lança um palavrão e joga-a no lixo, pegando outra de uma coleção na qual figuravam algumas de ouro.

O ladrão

A perseguição a um ladrão provoca correria pelas ruas de um bairro operário, envolvendo policiais e moradores.

O conto apresenta uma sucessão de pequenos episódios: homens corajosos que entram nas casas; outros, mais temerosos, que, alegando ter família, afastam-se do local; policial que flerta com uma moradora, bela mulher que, segundo boatos, recebia homens em sua casa durante as constantes ausências do marido; alguns rapazes que discutem com uma moça, acusando-a de dar um alarme falso sobre o ladrão; um violinista que se aproxima, toca uma valsa e é aplaudido.

Aos poucos, os grupos se dispersam, restando apenas alguns reunidos no ponto do bonde.

Primeiro de maio

Na celebração do Dia do Trabalho, o carregador de malas 35, que trabalha na Estação da Luz (ferroviária paulistana), resolve se dar o luxo de faltar ao trabalho.

É uma manhã de sol e 35 se barbeia, veste uma roupa bonita e sai de sua casa.

Sem se dar conta, acaba tomando o rumo costumeiro do trabalho.

No caminho, nota a cidade tomada por policiais.

Chega à Estação e zomba de alguns companheiros que preferem trabalhar ao invés de comemorar.

Intelectual de uma riqueza impressionante, foi poeta, contista, romancista, musicólogo, cronista, esteta, epistológrafo, crítico de artes, de literatura, além de folclorista; tendo exercido enorme influência nas gerações que lhe sucederam.

Em 1917, publicou seu primeiro livro, sob o pseudônimo de Mário Sobral, intitulado "

No entanto, foram as inovações formais de outra obra poética sua, Pauliceia desvairada, publicada justamente em 1922, que o consolidaram como um dos maiores poetas da literatura brasileira.

O célebre
"A estreia de Mário como romancista se dá com "Amar, verbo intransitivo"

Nesse texto, já se antecipa o experimentalismo de linguagem radicalizado em "Macunaíma, o heroi sem nenhum caráter".

Nesta obra, Mário de Andrade potencializa o uso literário da linguagem oral e popular e mistura folclore, lendas, mitos e manifestações religiosas de vários recantos do Brasil, como se fizessem parte de uma unidade nacional.

Morreu em 1945, aos 52 anos, deixando um vazio nas Letras e mais de vinte livros publicados.

DADOS DO PRODUTO

Acabamento:
Idioma:
Editora: 
País:
I.S.B.N.:
Edição:
Páginas:
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coleção:

sexta-feira, 13 de abril de 2018

VENDIDO - Pape Satàn Aleppe - Umberto Eco

Pape Satàn Aleppe Crônicas de uma sociedade líquida
Umberto Eco

VENDIDO

Descrição

O último livro escrito por Umberto Eco, uma visão inteligente e atual sobre o mundo de hoje Crises ideológicas, econômicas e políticas, individualismo desenfreado e uma relação simbiótica com nossos celulares são alguns dos elementos que compõem o ambiente em que vivemos: o de uma sociedade líquida, onde nada parece fazer sentido ou ter sequer algum significado.

Neste que é seu derradeiro livro, a fim de tornar mais fácil a compreensão de nossa sociedade desnorteada, Umberto Eco nos presenteia com uma coleção de ensaios sobre tudo: de Harry Potter ao 11 de Setembro, passando pelo Twitter, os templários e questões de caligrafia.

“Pape Satàn, pape Satàn aleppe”, disse Plutão no Inferno de Dante, com espanto, tristeza, ameaça ou talvez ironia.

O significado do verso, ainda um mistério para nós, líquido demais, é perfeito, portanto, para caracterizar a confusão de nosso tempo e intitular esta obra.

Características

Acabamento:          Brochura
Idioma:                   Português
Editora:                   Record
País de Origem:      Brasil
ISBN:                      978 - 85.011.0909 - 5
Edição:                    
Páginas:                   420
Altura:                     23,00 cm
Largura:                  16,00 cm
Profundidade:         2,40 cm
Peso:                       0,55 gr
Ano:                        2017

sexta-feira, 9 de março de 2018

VENDIDO - O futuro pelo retrovisor - Diversos

O futuro pelo retrovisor
Inquietudes da literatura brasileira contemporânea

Organizadoras: Stefania Chiarelli

                          Giovanna Dealtry
                          Paloma Vidal

VENDIDO

Descrição

A nossa aposta é que parte expressiva da atual literatura brasileira está caminhando neste momento para uma releitura das tradições da modernidade, saqueando ou revisitando o passado, como sugere a expressão de Marshall McLuhan, reapropriada por nós, que serve de título a esta publicação.

Em seu sentido original, a expressão dizia respeito a um olhar fixo sobre o passado, que tendia a recuperá-lo sempre da mesma maneira.


Gostaríamos de retomá-la aqui para tratar de uma relação com o passado que pode se dar de múltiplas formas, de modo que não se estabeleça uma relação linear de causalidade entre passado, presente e futuro.

AS ORGANIZADORAS

Pensar a literatura há muito não significa exclusivamente refletir sobre as rupturas que determinados autores ou movimentos trouxeram às letras.

Por sua vez, a tradição pode se tornar um fardo, um beco sem saída, se pensarmos que tudo já foi dito. Uma das faces do contemporâneo se revela como uma biblioteca inesgotável, que gera mais anseios do que respostas para o tempo presente.

Entre o presente, personificado em instante, e um passado que insiste em voltar, o escritor contemporâneo tem encontrado múltiplas formas de estabelecer sua voz própria ao mesmo tempo que assimila ou nega certas heranças da modernidade.

Nos dezessete ensaios que compõem O futuro pelo retrovisor - inquietudes da literatura brasileira contemporânea, os ensaístas investigam como autores com estilos diversos lidam com os paradigmas da modernidade, seja para subvertê-los, atualizá-los ou dialogar com cânones desse período.

Dessa forma, vemos a crítica literária contemporânea expandir seu campo de reflexão, abordando a modernidade não à procura de uma origem nostálgica, mas como modo de contribuir para o entendimento da literatura e do tempo presente.

STEFANIA CHIARELLI
Nasceu em Pelotas (RS), em 1969. É doutora em Estudos de Literatura pela PUC-Rio. Professora de Literatura Brasileira na UFF, publicou o ensaio Vidas em trânsito: as ficções de Samuel Rawet e Milton Hatoum (Annablume, 2007) e organizou, com Giovanna Dealtry e Masé Lemos, a coletânea Alguma prosa – ensaios sobre literatura brasileira contemporânea (7Letras, 2007).

GIOVANNA DEALTRY

É doutora em Literatura Brasileira pela PUC-Rio. Coorganizou com Stefania Chiarelli e Masé Lemos o volume Alguma prosaensaios sobre literatura brasileira contemporânea (7Letras, 2007). Publicou O fio da navalha – malandragem na literatura e no samba (Casa da Palavra FAPERJ, 2009), além de artigos em revistas especializadas. É professora adjunta do Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio

PALOMA VIDAL

Nasceu em Buenos Aires, em 1975. É escritora, tradutora e professora de Teoria Literária da Unifesp. É doutora em Estudos de Literatura pela PUC-Rio. Publicou os ensaios A história em seus restos: literatura e exílio no Cone Sul (Annablume, 2004) e Escrever de fora: viagem e experiência na narrativa argentina contemporânea (Lumme Editor, 2011); e as ficções A duas mãos (7Letras, 2003, contos), Mais ao sul (Língua Geral, 2008, contos, publicados em espanhol pela editora Eterna Cadencia), Algum lugar (7Letras, 2009, romance) e Mar azul (Rocco, 2012, romance). Traduziu, entre outros autores, Margo Glantz e Clarice Lispector. Mantém o blog 

http://www.escritosgeograficos.blogspot.com e é uma das editoras da revista Grumo (www.salagrumo.org).

Texto / Autores:

EXPERIÊNCIA, TRANSMISSÃO, ALTERIDADE
  • O gosto de areia na boca – sobre Diário da queda, de Michel Laub – Stefania Chiarelli
  • Espirais: a escrita de Bernardo CarvalhoClaudete Daflon
  • Leite derramado, antípoda da literatura marginalAlexandre Faria
  • Carola Saavedra: da (im)possibilidade de alcançar o outroDiana Klinger 
LITERATURA, VIDA, CENA LITERÁRIA
  • Ricardo Lísias: versões de autor – Luciene Azevedo
  • Adriana Lunardi: assinatura, filiação e inscrição na cena literáriaAna Cláudia Viegas
  • Em direção ao animal: João Gilberto Noll, escrita e biosGabriel Giorgi
RELEITURAS DA TRADIÇÃO, REESCRITURAS DO MODERNO
  • Rodrigo Lacerda e a arquitetura da generosidadeSérgio de Sá
  • Luiz Ruffto e as vozes pregressas: experimentações e releituras Catia Valério Ferreira Barbosa
  • Os sofrimentos dos jovens protagonistas em três romances de Daniel GaleraLeila Lehnen
  • Cidade Livre: romance de formação nos ritmos de BrasíliaGraça Ramos
PROFANAÇÃO, CITAÇÃO, ENCENAÇÃO
  • Sérgio Sant’Anna contempla o real – Giovanna Dealtry
  • Reciclando as ruínas de ontem: o procedimento de citação em dois romances de Lourenço Mutarelli Pascoal Farinacci
  • Valêncio Xavier: o autor como profanadorJorge Wolff
REDEFINIÇÕES DO CÂNONE, DOBRAS DO NACIONAL
  • Passageiro do fim do dia, de Rubens Figueiredo: um olhar sobre o naturalismoPaulo Roberto Tonani do Patrocínio
  • A cidade ilhada. Narrativa e sociedade latino-americanas em ruínasSusana Scramim
  • De baratas, moluscos e peixes. Sobre Azul-corvo, de Adriana LisboaPaloma Vidal 
Características

Acabamento:               Brochura 
Idioma:                        Português
Editora:                        Rocco
País:                             Brasil
I.S.B.N.:                      978 - 85-325-2830 - 8
Edição:                        
Páginas:                       314
Altura:                         21 cm
Largura:                       14 cm
Profundidade:              2.00 cm
Peso:                            0.370 kg
Ano:                            2013

Ponciá Vicêncio - Conceição Evaristo

Ponciá Vicêncio Conceição Evaristo < < < < < < < < < < > > > > > > > > > > Este ...